Diário Oficial - Arena

Antes de mais nada, queria justificar minha ausência neste Blog, e de certa amneira no Twitter, mas ando bem ocupado inserindo as Efemérides dentro da Porcopédia. Aos que não sabem, efemérides, de um modo grotesco, são todos os acontecimentos na história do Palmeiras, dia-a-dia.

No momento venho inserindo todos os jogos do verdão, você pode conferir aqui, ao clicar no mês, abrirá todos os dias do mês correspondente, clicando no dia que quiser, você verá todos os jogos que aconteceram naquele dia, assim como outros acontecimentos: Aniversários, conquistas, e outros.

Seguindo com o tópico, retiro o texto abaixo do Blog La Nosta Casa, por Junior Gottardi:

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Segue abaixo a publicação de hoje no Diário Oficial sobre a aprovação do CADES d Arena Palestra Itália! Agora contando os minutos para a emissão do alvará! :-)

18 – São Paulo, 55 quarta-feira, 29 de setembro de 2010

VERDE E MEIO AMBIENTE Secretário: Eduardo Jorge Martins Alves Sobrinho

2010-0.118.596-6 – WTorre Arenas Empreendimentos Imobiliários – Análise do Relatório de Impacto de Vizinhança – RIVI. – Empreendimento:Sociedade Esportiva Palmeiras – Local: Avenida Francisco Matarazzo n° 1705(1704), Rua Padre Antonio Tomás nos 72/116/182/s/no/212/220, Av. Antártica s/no e Rua Turiassu no. 1840 – São Paulo.

1. À vista dos elementos, manifestações e pareceres constantes do presente, em especial o Parecer Técnico no 004/CADES/2010, da Câmara Técnica VI – Análise de RIVI, APROVO o Relatório de Impacto de Vizinhança – RIVI referente a analise dos impactos do Projeto Modificativo com Acréscimo de Área do Complexo Esportivo Arena Palestra Itália, desde que atendidas as exigências e recomendações a seguir referidas:

I. EXIGÊNCIAS

1.Atender a Lei Municipal no 11.380, de 17 de junho de 1993 e seu Decreto Regulamentador no 41.633, de 23 de janeiro de 2002, que dispõe sobre a execução de obras nos terrenos erodidos e erodíveis e sobre a exigência de alvará para movi- mento de terra, e dá outras providências.

2.O empreendedor deverá classificar os resíduos da cons- trução civil gerados; destiná-los a aterros compatíveis, devi- damente licenciados pelo órgão ambiental competente; bem como apresentar os documentos que comprovem sua correta disposição final, conforme as normas e diretrizes estabele- cidas pela Resolução CONAMA n° 307/2002, Resolução SMA n° 41/2002 e ABNT NBR 15.113/2004.

3.Atender a Lei Municipal no 13.276, de 4 de janeiro de 2002, que torna obrigatória a execução de reservatório para as águas coletadas por coberturas e pavimentos nos lotes edifi- cados ou não, que tenham área impermeabilizada superior a 500,00 m2 (quinhentos metros quadrados).

4.Para garantir a segurança viária, o estacionamento de veículos e a fluidez do tráfego, ocasionada pela grande mo- vimentação de caminhões durante a execução da obra, bem como do elevado número de veículos estimados para dias de jogos e shows no entorno da Arena Multiuso; e a fim de mitigar os possíveis impactos gerados decorrentes do au- mento de tráfego, o empreendedor deverá seguir a Certidão de Diretrizes n° 018/10 da SMT (Secretaria Municipal de Transportes).

5.Conforme Relatório de Impacto Sonoro devido à Reforma da Arena Multiuso Palestra Itália, apresentado pelo empre- endedor, nas configurações máximas de jogos de futebol e de shows, o nível de pressão sonoro instantâneo LP é suscep- tível de ultrapassar os níveis critério de avaliação. Portanto deverão ser implantadas medidas mitigadoras (citadas no referido Relatório) para controlar o ruído emitido.

6.Através de Relatório Técnico Complementar, deverão ser detalhadas, para sua implementação, as medidas mitigadoras citadas no Relatório de Impacto Sonoro, para controle de ruído emitido, por ocasião das obras e durante os eventos (partidas de futebol e shows) previstos.

II. RECOMENDAÇÕES

1.Adotar medidas para minimização da emissão de material particulado, e outros poluentes, provenientes da movimen-tação dos caminhões, demolição e do movimento de terra; manter a limpeza da obra e do seu entorno; realizar a umec- tação do solo durante as obras e o transporte de materiais; providenciar cobertura, vedação e limpeza dos caminhões, de forma a evitar o carreamento de sedimentos para as vias públicas; executar revisão periódica dos equipamentos que utilizem combustíveis, com o objetivo de manter as emissões atmosféricas dentro dos limites admissíveis.

2.Implementar o Programa de Comunicação Social, antes e durante a implantação da Reforma da Arena Multiuso Palestra Itália.

3.Implementar, para as obras, o Projeto de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC), proposto pelo empreendedor.

4.As contribuições de águas pluviais oriundas do empreen- dimento não deverãosobrecarregar regiões sensivelmente críticas do entorno da Arena.

5.Devem ser adotadas medidas de controle para manutenção do nível de ruído dentro dos limites da Lei n° 13.885/2004, no que concernem parâmetros de incomodidade, e nos horá- rios nela permitidos, em especial, emissão de ruído, conforme NBR 10.151/2000, utilizando abafadores, anteparos e tecno- logias mais modernas para minimização dos ruídos.

6.Atender a Resolução Conjunta SMA-SERHS n° 1/2005, Art. 3°, Incisos de I a V, que dispõe sobre as obras sujeitas à ou- torga de recursos hídricos superficiais e subterrâneos. 2.Implementar Agenda Ambiental adotando medidas ambien- talmente sustentáveis como:

I.Captação da água da chuva visando utilizá-la para regas de jardins e lavagens de pisos; II.Coleta seletiva dos resíduos gerados pelos freqüentadores do Complexo Esportivo, para a qual deverão ser adotadas as recomendações do Departamento de Limpeza Urbana (LIM- PURB) da Secretaria de Serviços para as devidas orientações; III.Equipamentos separadores de gordura do tipo caixa de gordura para o efluente gerado nas cozinhas dos restau- rantes e lanchonetes;

IV.Sistema de aquecimento de água por energia solar em atendimento a Lei no. 14.459, de 03/07/2007, e o Decreto no. 49.148, de 21/01/2008, referentes às novas edificações do Município de São Paulo;

V.Sensores de presença para economia de energia; VI.Torneiras com fechamento automático nas áreas comuns, e bacias sanitárias com caixa acoplada, proporcionando um menor consumo de água, em relação às bacias com válvulas de descarga; VII.Educação Ambiental para os operários; VIII.Emprego de materiais ecológicos; IX.Métodos de redução do Impacto Sonoro; X.Gestão dos resíduos de obra; XI.Certificações ambientais para o empreendimento.

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