E também Edmilson


Soltou o verbo contra o K9.

"Eu fiquei sabendo algum tempo atrás (sobre a negociação), porque o pessoal do Barcelona já tinha me perguntado sobre ele. Mas, hoje, não sei como está a situação da transferência. Não sei onde ele está. Alguém sabe? Sempre que eu saí de um clube, eu saí pela porta grande (da frente), a mesma que eu sempre entro"

"Todo mundo era amigo dele, e queria ajudá-lo a ter sucesso, a ir para fora mesmo. Mas eu, na minha visão, teria vindo aqui me despedir de todo o pessoal, do pessoal do clube, do pessoal que cuida do jardim... É essa a minha maneira. Agora não sei onde ele está. Quem sabe?"

"Eu acho que não adianta fazer o que ele fazia aqui e levar isso para lá, senão vai bater e voltar (para o Brasil). Quem vai para qualquer país precisa se adaptar, ter velocidade, proteger bem a bola, arrebentar o zagueiro, cair nas bandas... E, nos últimos jogos, ele não estava tendo o mesmo nível que mostrava no começo"

"Para jogar no Palmeiras, é preciso pensar num algo a mais e saber conviver diariamente com as cobranças. Quem não entender dessa forma, deve procurar outro clube. Por isso existe um detalhe: os profissionais passam, mas podem acrescentar algo a si mesmo e ao clube. Isso acontece com dedicação e com o objetivo voltado para às conquistas. O futebol é movido por vitórias, e só assim a pessoa torna-se uma vencedora."

"Eu sei da vontade que cada um deles tem de jogar na Europa. É natural isso acontecer. Mas eles precisam entender que não podem fazer do Palmeiras, por exemplo, uma mera ponte. Esse clube é muito grande e possui uma estrutura até melhor que muitos clubes europeus. O Keirrison, por exemplo, é um fenômeno por tudo o que tem feito desde que surgiu no Coritiba. Mas, na Europa, ele vai precisar mudar um pouco a mentalidade. Caso contrário, vai 'bater e voltar'."

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